Leia abaixo trecho da reportagem publicada na revista da União Brasileira de Compositores (UBC), edição março de 2012, intitulada “Admirável (e lucrativo) mundo novo”.

A arrecadação de direitos autorais no segmento de música na internet teve em 2011 um salto de 48,5% em relação ao ano anterior, segundo o Ecad. Foram R$ 3,7 milhões recolhidos por execuções públicas de obras nas categorias webcasting, simulcasting, ambientação de sites, transmissão de shows e outras modalidades de streaming, a forma mais popular de consumo de música na rede. Trata-se de um segmento cujas regras ainda estão sendo debatidas internacionalmente e que, segundo especialistas, tende a sofrer um processo de legalização, depois de um período de circulação de obras musicais pela rede sem qualquer pagamento de direitos. O panorama é tão animador que o Ecad criou em 2010 um segmento de mídias digitais para otimizar a arrecadação de execuções on-line.

FONTE: União Brasileira de Compositores (UBC)